domingo, 17 de abril de 2011

* Puro azul *

hoje um céu festivo
se abriu inteiro sobre mim
azul luminoso e altivo
parecia não ter fim

as nuvens sequer apontaram
no céu de azul intenso
a brincar no horizonte ficaram
se abriu em flor azul imenso

o olho azul brilha brilha
o mar cheio de azul encanta
o balão azul segue sua trilha
a Terra toda seu azul decanta

Úrsula Avner

Hoje sou toda azul, aqui e lá no Sempre Poesia... Um abraço azulado a todos que me visitam !

fonte da imagem : Google

sábado, 9 de abril de 2011

* canção do amor de mãe 2 *

imagem : minha filha caçula- adolescente


Eis
que te contemplo
em trânsito
adorável criança
bela moça
teus olhos
verde-oliva
ainda me paralisam
parecem enxergar
dentro de mim
subitamente
me avisam
que não sei
o bastante
adorável menina
da boca pequena
e coração gigante

Úrsula Avner

quarta-feira, 6 de abril de 2011

* Canção do amor de mãe *

imagem : Minha filha primogênita- adolescente

ainda te vejo
tão frágil
alinhavada
aos meus braços
cheiro de leite
olhar tão ágil
vejo-te balbuciando
som da inocência
uma rosa
delicada serena
minha menina
doce e pequena

Úrsula Avner

segunda-feira, 28 de março de 2011

* bichos em festa *

fonte da imagem : Google


elegante se ergue a garça
sem pudor ou esforço maior
golfinhos brincam com anéis de prata
no misterioso oceano mor

gentis borboletas ensaiam dança singular
flores coloridas também querem bailar
pássaros em bando voam de cá para lá
mil bichos em festa fazem da vida um tear

Úrsula Avner

sábado, 19 de março de 2011

* Já vem a chuva *

fonte da imagem: http://www.galeria.colorir.com

ti li li ti li lá
chuva cai devagar
molha as frutas do pomar
se mistura ás águas do mar

ti rim tim ti rim tim
chuva muda de lugar
chove em Ana e não chove em mim
cai aqui mas não cai acolá

ti ri bum ti ri bum
chuva vira tempestade
trovão raio e tibum !
Chuva inunda uma cidade

Úrsula Avner

quarta-feira, 16 de março de 2011

* Doce liberdade *

borboleta- Luiza Maciel Nogueira
http://versosdeluz.blogspot.com


lindas borboletas amarelas
apostaram corrida sem pudores
embrenharam-se entre as flores
repousaram no beiral das janelas

com suas asas rajadas
brincavam lépidas ao ar
faziam festa de asas dadas
não tinham hora para parar

quisera ser como as borboletas
voar livremente ao vento
pousar entre rosas e violetas
viver ao sabor do tempo

Úrsula Avner

sábado, 12 de março de 2011

* Muitas águas *

foto: do google- sem informação de autoria

mar que canta
mar que chora
mar que se agita e encanta
maremoto não demora

molhei os pés na areia
vi a face do mar brilhosa
feito vida de sereia
fascinante e misteriosa

Úrsula Avner