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sábado, 9 de abril de 2011

* canção do amor de mãe 2 *

imagem : minha filha caçula- adolescente


Eis
que te contemplo
em trânsito
adorável criança
bela moça
teus olhos
verde-oliva
ainda me paralisam
parecem enxergar
dentro de mim
subitamente
me avisam
que não sei
o bastante
adorável menina
da boca pequena
e coração gigante

Úrsula Avner

sábado, 31 de julho de 2010

* diálogo legal * ( mãe / filho)

Hoje eu não quero
ir para a escola
não estou com vontade
só quero jogar bola

Não pode menino
escola é importante
é preciso aprender sorrindo
para se tornar gente grande

Estudar é chato
quem disse que eu quero crescer ?
Ser criança é irado
por que existe tanta coisa para aprender ?

Quem estuda aprende
a ser um bom cidadão
a ser boa gente
e ter uma profissão

Eu quero ser bombeiro
médico ou bloggeiro
então vou estudar
e pessoa de bem me tornar

Úrsula Avner

* imagem do google- sem informação de autoria

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

* bonito jardim *

Naquele bonito jardim
tudo era flor
rosa
lírio
jasmim

borboletas
alvoroçadas
bailavam

colorida e alegre
mandala
formavam

Naquele bonito jardim
cores intensas
azul
violeta
carmim

pássaros jorgeavam
um canto angelical
brisa suave entornava
seu odor matinal

Aquele bonito jardim
ficou na lembrança
num tempo longínquo
no coração da criança


Úrsula Avner

* poema com registro de autoria

sábado, 22 de agosto de 2009

* Brincadeiras infantis *




Brincar é coisa de criança

pular, jogar, cantar, nadar

quantas travessuras gostosas da infancia !


Fazer arte com muitas tintas coloridas

andar de bicicleta pelas ruas e avenidas

correr pelos campos , pisar a terra molhada

colher frutas das árvores , conversar com a bicharada


Rolar na grama
lambuzar a boca de sorvete

chupar pirulito e cana

escorregar num colorido tapete

respirar o ar da liberdade

isso é que é brincar de verdade


Autoras : Úrsula Avner e Ana Elisa Renault ( minha filha )


Eu e minha filha compusemos esta poesia em 2004


Obrigada por sua visita !


quinta-feira, 9 de julho de 2009

* Faz de conta *

Quando eu era menina

brincava de amarelinha

de pique-esconde e de casinha

pulava corda, corria pelas praças

queria ter um namorado

brincava de ser princesa

de morar num castelo encantado


Quando eu era menina

gostava de colorir

brincava de desenhar

andava de bicicleta

num delicioso ir e vir


Agora que eu cresci

brinco de faz de conta

finjo que de novo eu nasci

para continuar criança

que outra igual encontra

lá bem no fundo de si


Úrsula Avner


* poesia com registro de autoria

quinta-feira, 18 de junho de 2009

* Na praia *



Na areia da praia
menina constrói um castelo

Vento leva da mulher a saia
homem perde o chinelo

Sol quente
arde nas costas da criança
turistas começam a comilança
milho, queijo coalho, espeto de camarão
refrigerante, churrasco e empadão

Pessoas nadam no mar
ondas encrespadas
cobrem a praia de sal

Bebê se põe a chorar
pessoas tranquilas e agitadas
jovem bronzeada se acha a tal

Menino empina o papagaio
adolescente surfa nas ondas
música alta, sonhos no balaio

Óculos de sol cobrem o olhar

brilho nos lábios da mulher
canga na areia, água gelada e picolé

Gente sorrindo
gente conversando
gente nadando
gente cochilando

É tanta gente na praia...

Gente aqui e ali
se encontrando

Úrsula Avner

* poema com registro de autoria

sábado, 30 de maio de 2009

* Amizade na infancia *

É doce e terna a amizade na infancia
o amor sincero, a espontaneidade da criança

Quando eu era pequenina
queria abraçar o mundo
singela menina
em meu universo profundo

Particular modo de ser
singular jeito de ver

Hoje, almejo bem lá no fundo
mergulhar de novo naquele colorido mundo


Úrsula Avner

* poema com registro de autoria

* imagem retirada de pesquisa feita no Google

domingo, 10 de maio de 2009

* Sonho de criança *



Nas cores do arco -iris quero escorregar

cair no centro da Terra

sobre o magma surfar

sem o perigo de me queimar

Quero colher estrelas do mar

em cavalos marinhos cavalgar

voar com mil passarinhos

cruzar todos os oceanos

visitar centenas de ninhos

Quero brincar de bambolé

com os anéis de Saturno

pelo universo dar um rolé

vagando por aí sem rumo

Saltar sobre águas vivas gigantes

brincar de pique-esconde atrás dos elefantes

atravessar nebulosas

colher nos jardins do céu lindas rosas

que exalam o perfume da esperança

rosas de cor branca

como a pureza da criança

Úrsula Avner

* poesia com registro de autoria

* imagem retirada do Google

domingo, 26 de abril de 2009

* Canto de criança *


O canto da criança é canto de alegria
Puro sonho e magia

Canto de doce euforia
Canto em sublime melodia

É o sereno canto de Sophia
canto amigo da sabedoria

Canto que o avô sabia
Canto que o bem- te- vi assobia
no canto da sala vazia


* Úrsula Avner *

* poesia com registro de autoria
* imagem retiada de pesquisa feita no Google